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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SEM DESTINO

A brisa desliza suave no pára-brisas do carro
Corro com o pensamento
O vento frio pousa
Máquina enferrujada dentro do peito
Pesada a carga
Vazio o universo e a estrada.

Pablio Motta

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