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quinta-feira, 31 de março de 2011

SONHOS E CINZAS

Do vazio surguiu o azul a misturar-se no mar
Horizontes se abriram no infinito como flores
No crepúsculo de nossas almas sonhos nascem e morrem
Os silêncios se procuram em abraços distantes
Os caminhos do amor são labirintos
E terminam em abismos. Assim são as palavras
Sonhos feitos de cinzas e cinzas feitas de sonhos
Cineral de uma utopia distante
Os sonhos repousam no horizonte após um breve vôo
São como pássaros em chamas
A queimar o azul rasgando o céu em um beijo triste.

Pablio Motta

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