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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ESTÁTICA

O vento varre a sombra e os sonhos
A noite venta num invisível grito
Invisível é o espaço de poeira e abismos
Onde flutuam olhos inertes

A alma dorme
E a dor da alma é sonhar. Sugar o infinito
A utopia do mundo seca o coração do naufrágio
Enquanto a insônia modela o abstrato

O tempo trás ecos do passado
Num futuro agônico de gritos e cantos
Mas agora corre o silêncio inerte do vento
Varrendo as sombras e as folhas

Tudo solto no ar está perdido.

Pablio Motta

Um comentário:

  1. Estou seguindo encantada sou apaixonada por anjo tanto que o nome anterior do meu blog era (de pássaros e anjos) titulo do livro em preparo. Espero um visita no meu. Abraços poéticos
    http://josinaldalira.blogspot.com/

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